Arquivo da categoria: Não categorizado

O Ministro da Educação e o vernáculo.

  O ministro da Educação fala pessimamente, com pobreza léxica e construção primária; comete cacografias. Muitos o criticam, justamente, por isto. Espero que as críticas sejam sinceras e o escândalo que elas contêm sirvam para que criticadores e público em … Continuar lendo

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“Preço” e não “valor”. Preposições. “Pré-agendar”.

“PREÇO” E NÃO “VALOR”. No comércio, o povo pergunta o “valor” da mercadoria; nos serviços, o atendente diz o “valor” da consulta (por exemplo) médica. Entendam, de uma vez por todas, que valor não é preço, e acabem com esta … Continuar lendo

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Mesóclise e MEDIOCRIDADE.

A mesóclise é recurso da língua portuguesa em que se insere o pronome no verbo, nos tempos futuro (futuro do presente e futuro do pretérito. Futuro do presente, como “farei”; futuro do pretérito, a exemplo de “faria”). Na mesóclise, o … Continuar lendo

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Purismo.

Os idiomas recebem influências semânticas estrangeiras, na forma de palavras que acabam por se lhes incorporar. São os estrangeirismos, de que muitos são dispensáveis e desnecessários, sempre que houver palavra vernacular equivalente. Por exemplo (no caso do português): – se … Continuar lendo

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Teoria crítica do Direito: erros sobre o Positivismo.

Em PDF (versão completa): Teoria crítica do Direito                                                            Arthur Virmond de Lacerda Neto. 1º.XII.2019. (Versão parcial). Intitula-se Teoria crítica do Direito o livro de Luiz Fernando Coelho, publicado em quinta edição em 2019 (Curitiba, Bonijuris). Comento-o exclusivamente em relação … Continuar lendo

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“Scholar” !?

“SCHOLAR”. Outro americanismo cafona, desnecessário e tolo é este raio de “scholar”. Para alguns, é mais prestigiante ser “scôular” do que ser estudioso ou estudiosa. Em português, há: estudioso, erudito, sábio; “scholar” é pedantismo, é imitação reles do norte-americano. Necessitamos … Continuar lendo

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Escravidão.

  I) Zumbi era senhor de escravos. Quem criou a escravidão negra foram os negros, na África. Os negros africanos eram escravagistas: escravizavam-se entre si e vendiam-se entre si. Os brancos limitaram-se a comprar as mercadorias que os negros lhes … Continuar lendo

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