Arquivo da categoria: Vernáculo.

Mulato e negro.

  MULATO E NEGRO.                                                                        Arthur Virmond de Lacerda Neto. 25.XI.2019.     A voz mulato tem uma de duas origens: 1) “Mulus”, do latim: macho. Originou-se, no século XVI, na América espanhola (não no Brasil) mula, híbrido de burro … Continuar lendo

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Os olavinhos e o vernáculo.

  Por décadas a fio, a sociolingüística e a esquerda brasileiras desdenharam da norma culta do idioma e da gramática, que increpavam e increpam de patriarcal, machista, elitista e representante da classe opressora. Valorizavam e valorizam o popular, o coloquial, … Continuar lendo

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Polícia léxica.

POLÍCIA LÉXICA. Censuraram a palavra mulato, por, alegadamente, derivar de mula, e os pardos não quererem ser tratados por mulas, embora jamais “mulato” tivesse conotação depreciativa. Agora, censuraram o agradecimento “obrigado”, porque expressava, antanho, obrigação de reciprocidade, de quem agradecia, … Continuar lendo

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Doutores mal sabedores do vernáculo.

DOUTORES MAL SABEDORES DO VERNÁCULO. Arthur Virmond de Lacerda Neto. 9.I.2019.  Hodiernamente, muitos nuper-formados adentram o mestrado e, a seguir, doutoram-se. Os doutores brasileiros atuais são geralmente jovens, nos inícios da sua trintena ou no final da casa dos 20 … Continuar lendo

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Notas relativas ao vernáculo.

Para aprender a bem redatar, leia Machado, Aluísio, Bobbio; evite frases curtas; Português não é difícil; lusofobia, Renato Janine Ribeiro, Gilberto Freyre, Olavo de Carvalho; pessoal acadêmico que escreve mal; vícios e defeitos de redação; deter cultura literária. Usufrua do texto … Continuar lendo

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“Chame-me pelo seu nome”. Tradução brasileira.

  “CHAME-ME PELO SEU NOME”, TRADUÇÃO BRASILEIRA. Arthur Virmond de Lacerda Neto. 18.III.2018. Intitula-se, na sua versão brasileira, Me chame pelo seu nome, o romance de André Aciman (editora Intrínseca; 287 páginas; 2018; tradução de Alessandra Esteche), ambientado na Itália, … Continuar lendo

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