Preconceito lingüístico. Outros desmentidos.

Além de mim, também Anderson Cássio  de Oliveira Lopes é dos que amam o Português, cultivam-no e perceberam a falsidade das doutrinas do preconceito lingüístico, de Marcos Bagno.  Refutei-as eu, em um longo texto que se encontra neste sítio; Anderson Lopes, com outros argumentos, refutou-a, também, no seu sítio Oficina das Letras, em dois textos.

Vale a pena ler-lhe  os textos, meditar sobre eles e difundi-los.

O primeiro intitula-se “A ideologia que debilita o pensamento”; segue-se-lhe outro ensaio, mais profundo e mais completo. O leitor lerá o primeiro e prosseguirá a leitura com “Refutação das objeções”. Eis a ligação do primeiro:

http://andersonlopesescreve.blogspot.com/search?updated-max=2010-12-30T19:05:00-08:00&max-results=7

 

Olavo de Carvalho verberou as doutrinas de Marcos Bagno e a reforma ortográfica (não sou olavinho [vulgo, com galicismo, “olavete”]): aqui.

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3 respostas para Preconceito lingüístico. Outros desmentidos.

  1. Vinâncio disse:

    Valeu, Arthur! Preconceito Linguístico é pra lá de falacioso! o seu discurso agrada aos preguiçosos, porque nivela por baixo. Marcos Bagno presta um lamentável desserviço à Educação. É de gente assim que o Brasil está cheio. É gente assim que o Brasil não precisa.

  2. Arthur, muito te agradeço esta indicação do meu artigo que aqui fizeste.
    Lembro-te o segundo artigo, publicado um mês e meio depois do primeiro e no qual respondo às frágeis objeções feitos pelos adeptos de Bagno e para o qual aqui posto uma ligação (http://andersonlopesescreve.blogspot.com/2010/12/onde-se-responde-objecoes-feitas-ao.html). Este segundo artigo é mais completo, aprofundado e com mais lastro teórico.
    Ressalvo apenas, por fim, que a sequência dos meus nomes de família é “de Oliveira Lopes”.
    Grato.

    • arthurlacerda disse:

      Olá, Anderson.
      Incrementei o meu comentário, sobre os seus ensaios, inseri a ligação do segundo e corrigi o seu nome. Lastimo observar o Português tão mal sabido e pior falado e também mal traduzido, nos últimos anos (apanhei uma tradução, recente, de O retrato de Dorian Grey, cuja leitura abandonei, de tantos erros e desleixos havia; comprei, no mesmo dia,em um alfarrabista, outra, de 1971, que consegui ler. De 1971 para 2011, a diferença foi muito acentuada e serve como indício de que os tradutores recentes sabem mal e introduzem,no texto, as formas faladas, com todo o empobrecimento e os vícios que lhe são próprios. Os tradutores modernos estragam os livros e a língua. O pior é que não vejo que melhore).
      Prossiga e abraço !

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