Arquivo da categoria: Língua portuguesa

Vulgaridades da fala. Belezas do idioma.

LUGARES-COMUNS, VULGARIDADES DA FALA. São lugares-comuns, chavões, chapas, as formas de expressão que as pessoas repetem quase maquinalmente e que predominam na comunicação: sem-número de pessoas usa-as e seu uso exclui o de outras palavras. Elas empobrecem a comunicação, não … Continuar lendo

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Anglicismos e tolices.

  ANGLICISMOS & TOLICES DE QUEM SABE MAL O VERNÁCULO. Chama-se de anglicismo a palavra ou locução originária do inglês, mal traduzida ou traduzida literalmente para o português, ou a sintaxe do inglês em português, em que representam elementos exóticos … Continuar lendo

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Miguel Ângelo e não “Michelangelo”.

MIGUEL ÂNGELO e não “Michelangelo”. A forma correta, em português, é , há séculos: Miguel Ângelo. “Michelangelo” (“michelangélo”) é forma espúria, introduzida indevidamente pelos maus tradutores de livros do inglês, que se limitam a imitar, a macaquear o que leem … Continuar lendo

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“Preço” e não “valor”. Preposições. “Pré-agendar”.

“PREÇO” E NÃO “VALOR”. No comércio, o povo pergunta o “valor” da mercadoria; nos serviços, o atendente diz o “valor” da consulta (por exemplo) médica. Entendam, de uma vez por todas, que valor não é preço, e acabem com esta … Continuar lendo

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Olavo, idioma, nova direita.

LOUVO OLAVO (sim: Olavo) pela sua valorização do idioma: é dos raros brasileiros que o faz, e tem milhares de ouvintes, e ainda bem (neste capítulo). Também há olavinhos que escrevem mal (e falam mal ?); no entanto, abundantes deles … Continuar lendo

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Culto no templo do idioma.

  CULTO NO TEMPLO DO IDIOMA. Mote: os peregrinismos “crowfounding”, “poster”, “show”. [Coro formado por um professor, um leitor, um estudante e três populares entoa este hino:]. Oh, céus ! Oh, infernos ! Oh, miséria humana ! Oh, homens pedantes, … Continuar lendo

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Purismo.

Os idiomas recebem influências semânticas estrangeiras, na forma de palavras que acabam por se lhes incorporar. São os estrangeirismos, de que muitos são dispensáveis e desnecessários, sempre que houver palavra vernacular equivalente. Por exemplo (no caso do português): – se … Continuar lendo

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