Arthur Virmond

Quem é “A. Virmond”

 

Arthur Virmond de Lacerda Neto

arthurlacerda@onda.com.br

           

             Acha-se disponível, na rede, uma tese de doutoramento aprovada na Universidade Federal de Santa Catarina e relativa ao pensamento do Positivismo de Augusto Comte, em que o autor menciona, no texto e na bibliografia, A. Virmond.

            A. Virmond sou eu, de nome completo Arthur Virmond de Lacerda Neto, que deveria haver sido mencionado da forma academicamente correta, que o autor seguiu em relação a todos os demais autores que consultou, ou seja, “LACERDA NETO, A.V. de”.

            Escrevi dois livros que tratam especificamente do Positivismo e outro em que há capítulos sobre ele, a saber: “A república positivista. Teoria e ação no pensamento político de Augusto Comte”, que o autor menciona na sua tese e cujo prefácio redigiu; “A desinformação anti-positivista no Brasil”, específico sobre o Positivismo e  de que presenteei o autor com um exemplar,  e “Provocações”, recolha de ensaios, dos quais alguns tratam do Positivismo.

            O autor da tese mencionou o meu nome erradamente, nome que conhece na sua enunciação completa (quanto mais não fosse porque é o autor do prefácio de um dos meus livros) e que deveria haver enunciado corretamente. Além disto, a bibliografia da tese omite dois dos meus outros livros, que ele deveria haver consultado; se não o fez, deixou de recorrer a livros de que dispunha.

            A menção errada do meu nome e a omissão de dois dos meus livros constituem falhas imperdoáveis.

            Conste, pois, que  “A. Virmond” é Arthur Virmond de Lacerda Neto. Quem ler o nome do autor da tese observará a coincidência de sobrenomes, entre mim e ele, coincidência que ele  oculta, mediante a supressão do meu sobrenome Lacerda.

    Com a menção do meu nome, incompletamente, o autor da tese ocultou a coincidência de sobrenomes, que suscita, no leitor, a interrogação de se entre nós há algum parentesco. Sim, o há, propinqüíssimo. Com a omissão, na bibliografia, de dois dos meus livros, ele ocultou uma parte da minha obra, que conhece. Não se trata de meras casualidades nem de coincidências; houve, da parte dele, o intuito consciente  e deliberado de obscurecer o meu nome, o parentesco que existe entre nós e uma parte da minha produção relativa ao Positivismo. Ele quis ocultar que é meu parente, que escrevi livros sobre o Positivismo, que existo como autor.

      O autor da tese odeia-me ferozmente.

     Cada um julgará da moralidade e da condição ética desta atitude, como do valor da tese, que serviu como instrumento de ódio.

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